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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Somos todos Coelhos?

Estamos vivendo, nesses últimos dias, uma grande discussão sobre as palavras do Santo Padre, o Papa Francisco, a respeito das famílias numerosas.
Mas, antes de sairmos espalhando meias-verdades e colocando palavras na boca de outros e, nesse caso, esse 'outro' é o Papa, vale a pena nos informarmos (em fontes confiáveis!!!) sobre a verdade.
Fiz uma breve seleção de postagens que nos ajudarão a compreendermos melhor o que o Papa nos disse. Fique com essas palavras, não as da mídia tendenciosa que pretende destruir-nos, fazendo com que nos afastemos do Caminho seguro da santidade.

* http://www.news.va/pt/news/papa-economia-do-descartavel-e-causa-da-pobreza-na

* http://w2.vatican.va/content/francesco/it/speeches/2015/january/documents/papa-francesco_20150119_srilanka-filippine-conferenza-stampa.html

* http://blog.comshalom.org/carmadelio/44600-uma-reflexao-imperdivel-e-definitiva-sobre-entrevista-papa-e-os-benditos-coelhos

* http://www.deuslovult.org/2015/01/20/siamo-tutti-conigli/

* http://blog.comshalom.org/carmadelio/44582-papa-diz-que-os-catolicos-nao-devem-procriar-como-coelhos-novidade-da-afirmacao-esta-na-linguagem-de-francisco-que-dispensa-qualquer-dicionario-de-teologia



Em tempo: ainda não temos uma família numerosa... Ainda!!!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Papa incentiva mães a amamentarem seus bebês durante a Missa



O Papa Francisco incentivou, este domingo, as mães a alimentarem os filhos durante a cerimônia de batismo de 32 crianças, na Capela Sistina, em Roma.

«Hoje o coro vai cantar, mas o coro mais belo é aquele das crianças, algumas delas quererão chorar porque têm fome ou porque não estão confortáveis. Estejam à vontade mamães, se elas tiverem fome deem-lhes de comer, porque elas são as pessoas mais importantes aqui», disse, durante a homilia.

Entre as crianças batizadas este domingo pelo Papa, estão o filho de uma mulher solteira e a filha de um casal casado apenas civilmente.

Os batismos coletivos no Vaticano são uma tradição no Vaticano e são geralmente organizados na Capela Sistina para os filhos dos empregados locais. Este ano o Papa Francisco fez questão de receber outros bebês.

Assistam a reportagem no link aqui

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

tempo x culpa x missão

meu marido pregando com os filhos às barras da calça


Depois do Vaticano II, quando as portas da Igreja se escancararam para o protagonismo dos leigos e suas famílias na evangelização do mundo moderno inseridos em sua escola, trabalho e lazer, o dilema de que tempo consagrar a Deus e que tempo dedicar ao trabalho, à família e ao lazer começou a ser fonte de todo tipo de culpa.
Se o trabalho se torna mais exigente e me rouba algumas “horas extra”, culpo-me por não estar com meus filhos ou não estar no meu ministério. Já imagino as crianças traumatizadas, nas drogas, grudadas nos games ou na TV, futuros adultos medíocres e inseguros a arrastar-se indiferentes pelo mundo. E o culpado? A culpada? Eu, é claro!
Se é o apostolado que me arranca de casa em finais de semana de eventos em noites de serviço, já vejo meus pimpolhos a odiar a Deus, a ter ciúmes dele, revoltados contra este ladrão de pais e mães. Imagino-os mudando de religião, resistentes à fé, refratários à verdade. A culpa, naturalmente, é minha.
A culpa me engasga quando estou de saída e as crianças se grudam em minhas pernas com seu choro ora chantagista, ora desesperado. Tira meu sono quando, ao chegar, vejo todos dormindo. Tira meu sossego quando constato que ninguém responde ao meu animado “Oi pessoal!”, grudados que estão na TV que tanto condeno, dentro e fora de casa.
Quando meu pouco tempo deve-se ao excesso de trabalho ou estudo (sim, também o estudo pode ser excessivo!), a culpa é minorada pela estóica desculpa: “Estou-me esforçando para dar-lhes o melhor!” Mas quando meu pouco tempo deve-se ao apostolado, não encontro nenhuma desculpa-clichê que se adeque. Resultado: caio mais facilmente na culpa e, lançando mão de um mecanismo de defesa, acuso a Igreja, o movimento, a comunidade, o padre, o coordenador.
Madre Teresa de Calcutá, com a simplicidade dos santos, resolveu facilmente este problema com a seguinte fórmula, que costumava recomendar aos seus“colaboradores leigos”: “Se você quer servir os pobres, se quer trabalhar em minha obra, retire para os meus pobres e doentes do seu próprio tempo e não do tempo dos seus filhos”.
Não é espantosamente simples e prático? Não é sumamente libertador de todas as culpas? Por uma questão de justiça, há um tempo para tudo, como ensina Eclesiastes 3. Há um tempo para mim, há um tempo para meu cônjuge, há um tempo para meus filhos. Em qual categoria se encaixa o trabalho, o estudo, o cabeleireiro, a TV, a happy hour com os colegas de trabalho? Em qual categoria se encaixa o ouvir, o dar atenção, o partilhar, o planejar, o sonhar junto? Qual a categoria do rir, do brincar, do sarar o dodói, de corrigir e orientar?
Fácil responder. É daí, do tempo legitimamente separado para você que você deve tirar para seu ministério. Como no serviço à família não tem patrão nem relógio de ponto, nossa tendência é “roubar” o tempo dela. No entanto, o tempo dedicado ao apostolado, ao ministério, não pode ser tempo roubado. Deve, necessariamente, ser tempo doado. Tempo que eu tiro daquele a que tenho direito e livremente dou para o serviço aos outros.
Há também o tempo que livremente minha família decide doar para o serviço ao outro. Lembro-me de quando o meu caçula tinha cerca de cinco anos. Ao rezarmos o terço em família, a irmã ofereceu o mistério “para a viagem da mamãe amanhã, que ela faça uma boa pregação”. A reação do menor foi imediata. Recusou-se terminantemente a rezar aquele mistério porque não queria que a mamãe viajasse mais uma vez.
Foi então que eu – e Deus – recebemos um dos maiores presentes de nosso trabalho juntos. Com muita calma, meu marido foi claro: “Deus chamou a mamãe para esta missão e nós queremos que ela a cumpra. A parte dela é pregar. A nossa parte é rezar por ela e ficar alegres em casa sabendo que a estamos repartindo com Deus para fazer outras pessoas felizes.”
Estava resolvido o problema. Extinta a culpa, solucionado o dilema. Minha família, nos mistérios seguintes do terço, já não era mais a mesma. Não havia mais divisão de quem fica e quem vai. Todos iriam, cada um a seu modo. Haviam entendido que a família inteira é chamada a evangelizar, cada um ao seu modo, no seu ministério, como diz São Paulo em I Cor 12. Naquela noite, havíamos nos tornado, verdadeiramente, uma igreja doméstica, sonho do VaticanoII, orientação de João Paulo II, esperança da Igreja.
Ao longo de minha caminhada de 30 anos, tenho entendido que há um só amor, uma só missão, um só tempo. O amor a Deus não compete com o amor ao cônjuge e aos filhos que, por sua vez, não compete com o amor àqueles que meu ministério atinge. É um só amor que se manifesta de várias formas, conforme a legítima necessidade de cada um, cuja satisfação me pede um serviço a que se chama ministério ou exercício de um carisma.
Casar-se, como bem diz São Paulo, é um carisma. O exercício deste carisma, selado pelo sacramento, é um ministério que se exerce no serviço amoroso aos filhos e ao cônjuge. Este carisma e ministério convive em harmonia e jamais compete com outros serviços e ministérios que Deus deu a mim como pessoa e à minha família como Igreja Doméstica. Pelo contrário, são complementares e alimentam-se mutuamente.
Assim como há um só amor, também há um só tempo: tempo de amar a Deus, como explica Santa Teresinha. O tempo dividido me esquarteja. Unificado, me unifica e unifica minha missão que é uma só: amar a Deus e ao meu irmão segundo a Sua vontade, lembrado que meu irmão se chama marido, filha, filho, genro, nora, pai, mãe, sogro, sogra, cunhados e vizinhos, colegas de trabalho e porteiro. Lembrada, igualmente, que ele se chama ouvinte de uma pregação, leitor de um artigo, espectador de um dvd, ouvinte da rádio, formando, pessoa necessitada de oração, enfermo, pobre, pessoa que me bate à porta, pessoa que nunca ouviu falar o nome de Jesus.
Há um só amor, um só tempo, uma só missão, uma só família, uma só Igreja. Quando entendermos isso, saberemos discernir qual é o tempo que nos pertence e do qual podemos dispor para doar com gratuidade e alegria. Saberemos também como motivar nossos filhos e cônjuges para dizerem “sim” à mesma missão e à mesma Igreja, ao mesmo Deus. 
Maria Emmir Nogueira
cofundadora da Comunidade Católica Shalom

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Tenho uma filha que gosta de rezar!

Palavras do meu marido no dia de hoje:
"Clara sempre me surpreende. Hoje, íamos de bicicleta a caminho do colégio, me tomou o terço das mãos e disse que ia rezar. À meia voz, foi desfiando as contas, rezando as ave-marias, enquanto o caminho prosseguia. Ao fim de dez ave-marias, perguntou:

- Papai o que faço agora?

- Glória ao Pai...

- E depois?

- Ó meu Jesus...

- E para qual santo rezo?

- Ah!, minha filha, tem o Padre Pio, a Santa Terezinha...

- Vou rezar para Santa Clara que tem o meu nome!

Seguiram-se mais dez ave-marias. Glória ao Pai. Ó meu Jesus...

- Papai, está chegando no colégio, de noite a gente termina de rezar...

- Tudo bem, filha.

Ela já tinha rezado dois mistérios. Me beijou e prossegui para o trabalho, quase não conseguindo disfarçar meu sorriso abobado.

Tenho uma filha que gosta de rezar."




          O tempo passa, Clara e João vivem nos surpreendendo com alegrias como essa, e eu não consigo segurar as lágrimas... Que Deus preserve sempre nossa família em Seus Caminhos!


quinta-feira, 28 de março de 2013

A História da Páscoa

A Semana Santa chegou. É tempo de nos reconciliarmos com o nosso melhor amigo!

Veja esse vídeo com lenço nas mãos e se preparem para o grande Encontro no Domingo de Páscoa.


domingo, 3 de março de 2013

Solo Santo

Livro do Êxodo:
Naqueles dias, 1Moisés apascentava o rebanho de Jetro, seu sogro, sacerdote de Madiã. Levou, um dia, o rebanho deserto adentro e chegou ao monte de Deus, o Horeb.
2Apareceu-lhe o anjo do Senhor numa chama de fogo, do meio de uma sarça. Moisés notou que a sarça estava em chamas, mas não se consumia, e disse consigo: 3“Vou aproximar-me desta visão extraordinária, para ver por que a sarça não se consome”.
4O Senhor viu que Moisés se aproximava para observar e chamou-o do meio da sarça, dizendo: “Moisés! Moisés!” Ele respondeu: “Aqui estou”.
5E Deus disse: “Não te aproximes! Tira as sandálias dos pés, porque o lugar onde estás é uma terra santa”.
6E acrescentou: “Eu sou o Deus de teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó”.
Moisés cobriu o rosto, pois temia olhar para Deus.
7E o Senhor lhe disse: “Eu vi a aflição do meu povo que está no Egito e ouvi o seu clamor por causa da dureza de seus opressores. Sim, conheço os seus sofrimentos. 8aDesci para libertá-los das mãos dos egípcios, e fazê-los sair daquele país para uma terra boa e espaçosa, uma terra onde corre leite e mel”.
13Moisés disse a Deus: “Sim, eu irei aos filhos de Israel e lhes direi: ‘O Deus de vossos pais enviou-me a vós’. Mas, se eles perguntarem: ‘Qual é o seu nome?’, o que lhes devo responder?”
14Deus disse a Moisés: “Eu Sou aquele que sou”. E acrescentou: “Assim responderás aos filhos de Israel: ‘Eu Sou’ enviou-me a vós’”.
15E Deus disse ainda a Moisés: “Assim dirás aos filhos de Israel: ‘O Senhor, o Deus de vossos Pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó enviou-me a vós’. Este é o meu nome para sempre, e assim serei lembrado de geração em geração”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus. 

http://www.flickr.com/photos/khatt-khatti/7577505576/

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

4 anos de filha de Deus

Hoje Clara completa 4 anos que nasceu para o Céu, 4 anos de batizada.
São 4 anos de muitas bênçãos derramadas em nossas vidas através da nossa bonequinha, que já não é mais um bebê, mas uma mocinha.
Peço ao Senhor que guarde minha filha sempre em Seus Caminhos, que a preserve de todo mal e que ela siga o exemplo da Mãezinha do Céu.
Santa Clara, rogai por nossa Clara, por dindo Thiago, dinda Samylla, dindo Darlan e dinda Ritinha.

foto tirada no dia de hoje - Clara revendo as fotos do seu batizado

domingo, 24 de junho de 2012

João – 1 ano e 5 meses


          Hoje a Igreja celebra a memória de São João Batista. Não escolhemos o nome do nosso caçula somente por causa desse João, foi também por muitos outros Joões: o discípulo João, Papa João Paulo II, João da Cruz, João Maria Vianey...

          Apesar disso, quando ele nasceu, escolhemos como passagem bíblica para agradecer a Deus e consagrá-lo ao Senhor, justamente a passagem em que o anjo anuncia a Zacarias que ele seria pai e qual seria seu nome:
“…chamá-lo-ás João.  Ele será para ti motivo de gozo e alegria, e muitos se alegrarão com o seu nascimento; porque será grande diante do Senhor e não beberá vinho nem cerveja, e desde o ventre de sua mãe será cheio do Espírito Santo; ele converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor,  seu Deus, e irá adiante de Deus com o espírito e poder de Elias para reconduzir os corações dos pais aos filhos e os rebeldes à sabedoria dos justos, para preparar ao Senhor um povo bem disposto.” (Lucas 1,13-17)

          É isso que eu desejo:
          Que meu filho seja santo, cheio do Espírito Santo, homem segundo a Vontade de Deus, forte diante das tribulações e perseguições, sinal da Reconciliação no mundo.


Nessa foto: Clara e João, ao acordar, em momento de oração com o pai,
cada um com seu santinho - ela com Santa Clara, ele com São João Batista

sábado, 7 de abril de 2012

"Jesus, eu quero te molhar... Jesus, eu quero te secar...”


Clara, cantando toda animada em plena Sexta-feira Santa:
Jesus, eu quero te amar... Jesus, eu quero te molhar... Jesus, eu quero te secar...”
Na cozinha, seu pai e eu morríamos de rir pela letra composta por ela. Então o pai começou a cantar junto e perguntou porque ela estava cantando isso. Ela respondeu:
Eu quero molhar os pés dEle e secar como Ele fez com os apóstolos!”
E meu riso se transformou em lágrimas...

Obrigada, Jesus, por me ensinar tanto através dos meus filhos! 
Dá-me, Senhor, um coração como o deles!


domingo, 26 de fevereiro de 2012

Esposa das esposas, Mãe das mães

Hoje é o primeiro domingo da Quaresma, tempo de reflexão, conversão e reconciliação com Deus.
Veja esse vídeo e se deixe tocar pelo amor da Mãe por seu Filho:


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

JMJ Rio 2013

Quem me segue no facebook viu uma enxurrada de links e postagens sobre a próxima Jornada Mundial da Juventude que acontecerá no Brasil, no Rio de Janeiro, em 2013. Não é pra menos: o criador do logotipo é meu primo/compadre Gustavo Huguenin. Estamos todos transbordando de alegria e orgulho por ele, não só pelo reconhecimento mundial (o que já não é pouco), mas porque essa vitória é fruto de muito esforço e oração. O Gustavo leva muito a sério essas duas coisas - trabalho e fé - e essa é a recompensa de Deus por isso.


Essa é a explicação do logotipo:

Com base no trecho da Palavra do Evangelho de São Mateus, percebe-se a necessidade de expressar uma referência direta à imagem de Jesus e ao sentido do discípulo. Neste episódio, Jesus se encontrou com seus discípulos em uma montanha, após sua ressurreição. Como símbolo da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor também se encontra em uma montanha e é um monumento reconhecido no mundo inteiro. O tema é uma palavra de ordem proclamada pelo próprio Senhor Jesus, e assim a Sua imagem possui destaque no centro do símbolo.

Os elementos do símbolo formam a imagem de um coração. Na fé dos povos o coração assumiu papel central, assim como o Brasil será o centro da juventude na Jornada Mundial. Também designa o homem interno por inteiro, se tornando nesta composição a referência aos discípulos que possuem Jesus em seus corações.

Os braços do Cristo Redentor ultrapassam a figura do coração, como o abraço acolhedor de Deus aos povos e jovens que estarão no Brasil. Representa nossa acolhida, como povo de coração generoso e hospitaleiro.

A parte superior (em verde) foi inspirada nos traços do Pão de Açúcar, símbolo universal da cidade do Rio de Janeiro, e a cruz contida nela reforça o sentido do território brasileiro conhecido por Terra de Santa Cruz. As formas que finalizam a imagem do coração possuem a cor azul, representando o litoral, somada ao verde e amarelo que transmitem a brasilidade das cores da bandeira nacional.



Mais links relacionados a #logoJMJ:
- Blog do Wagner Moura (O Possível e o Extraordinário): Amor é símbolo da JMJ Rio 2013