domingo, 18 de setembro de 2011

"A Cerimônia do Adeus"

É gente... chegou o tão-mal-esperado-dia... As horas deste domingo nunca passaram tão depressa... Amanhã preciso voltar ao meu trabalho e nem consigo saber o que posso escrever aqui. Meu coração está fervilhando de emoções: saudade, expectativa, preocupação, alegria em rever minhas colegas de trabalho, tristeza em não poder estar 100% disponível para meus filhos... Já passei por isso uma vez, quando Clara tinha apenas 5 meses, mas isso não diminui o sofrimento e a angustia.

Já que não consigo encontrar as palavras adequadas, deixo meu querido esposo falar por mim. Como sempre, ele lê minha alma e a transcreve como um poeta. Te amo, meu Camponês.




Essa foto foi tirada em novembro/2008, no dia do meu retorno ao trabalho

Joãozinho da mamãe, 7 meses e meio

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Amor à Pátria

Esse ano foi o primeiro que Clara participou do Desfile Cívico.
Nem preciso dizer o quão linda, sorridente e maravilhosa ela estava...
Me peguei pensando que, assim como eu, muitos pais estavam ali não pelo "amor à Pátria", mas por seus filhos.
Mas quem disse que querer o melhor para seus filhos não é querer bem à Pátria ?!?!
Viva o Brasil!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

" Vai Dormir, P*##@ "

Não se espantem com o título do post!!!
Esse é o nome de um livro recente, mas que já virou best-seller. O livro Go the Fuck to Sleep, do americano Adam Mansbach, está na lista dos 100 mais vendidos da Amazon, a maior livraria online do mundo. "Vai Dormir, P*##@" foi escrito para pais que não têm mais de onde tirar histórias e carneirinhos na hora de colocar as crianças na cama. O livro procura capturar a frustração desses pai que, com certeza, alguma vez já disse, mesmo que mentalmente, essa frase.
Li uma resenha no jornal O Globo e confesso que fiquei bem inclinada a comprá-lo (já que há 7 meses e meio não sei o que é dormir rs).
Uma versão sem palavrões está sendo preparada, pelo autor, para crianças. Acho que consigo esperar até lá, né ;)




sábado, 3 de setembro de 2011

Se as Coisas fossem Mães

 Mais uma participação especial por aqui.
Quem me enviou foi a Gisela, que não é mãe (ainda!!!), mas é uma amiga muito querida e uma excelente psicóloga. Obrigada, Gi, por fazer parte de tantos momentos especiais na minha vida ;)

Gisela e Léo, seu esposo


SE AS COISAS FOSSEM MÃES
(Sylvia Orthof - Editora Nova Fronteira, pp.10-17)

Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes, pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria, toda mãe é um pouco fada... Nossa mãe fada seria.
Se uma bruxa fosse mãe, seria mamãe gozada: seria a mãe das vassouras, da Família Vassourada!
Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida, faria chá e remédio para as doenças da vida.


sábado, 27 de agosto de 2011

Santa Mônica, rogai por nós!

Neste dia 27 de Agosto, celebramos a memória desta grande santa, que nos provou com sua vida que realmente "tudo pode ser mudado pela força da oração." Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou – segundo o costume da época e local – como esposa de um jovem chamado Patrício.

Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado. A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: "Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas".

Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras. Contudo, a mãe, fervorosa e fiel, nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: "Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer".

Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: "Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade".


Santa Mônica, rogai por nós!

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

"Before I Was a Mother"

Dia desses, já deitada com João, pronta pra dormir e pensando em algo pra postar aqui no blog, veio ao meu pensamento tantas outras mães, que não têm blog, mas que, como eu, são enlouquecidamente apaixonadas por suas crias e talvez gostassem de expressar esse amor com algum artigo, poesia, contando alguma historinha ou qualquer coisa que ficasse registrado "para a posteridade". E, além de mães, talvez mais alguém: profissionais de saúde, titios, irmãos, gente que tem pessoinhas serelepes ao seu redor.

Para estrear esse quadro de Participações Especiais, vai um texto belíssimo recomendado por uma amiga muito querida, a Aryella, que tem um anjinho muito gostoso chamado Miguel. Obrigada, lindona, por fazer parte da minha história!

Miguelzinho e tia Lella

"Antes de ser mãe"

Antes de ser mãe, eu fazia e comia os alimentos ainda quentes.
Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia.
Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas então, eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.
Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe,eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer exames ou aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.
Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Nem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor.
Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim.
E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo.
Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto.
Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança.
E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda, cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem.
Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe.
Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.
Por tudo e, apesar de tudo, obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.
Obrigada meu Deus, por permitir-me ser Mãe!


Esse texto é uma tradução do original "Before I Was a Mother", Silvia Schmidt.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Coisas de Clara [4]

Não é porque é minha filha não, mas a Clara me surpreende a cada dia.
Ela esteve doentinha e ficou uma semana em casa. Não é que ela "aprendeu" a escrever nesse tempinho?
Lindíssima, esperta, inteligente, fofa... o que mais eu gostaria de ter?
Eis a prova do que estou falando:
Vovó Angela / Vovó Silma (ajudei no S)

JANIE (era pra ser Janine, rs, mas ela fez sozinha)

Sérgio - com direito a desenho, e Xuxa

um desenho cheio de detalhes :)