É com essas sábias e lindas palavras que peço ao Senhor que nos restaure as forças nessa noite para que amanhã sejamospais e mães humanos, porém cheios do Espírito Santo!
quarta-feira, 15 de maio de 2013
"Nunca o cansativo cuidado com os meus filhos aliviou tanto meu cansaço!"
Acabei de ler esse texto no facebook de um pai humano, o Renato Varges, e não me contive, precisei pedí-lo emprestado para o blog:
É com essas sábias e lindas palavras que peço ao Senhor que nos restaure as forças nessa noite para que amanhã sejamospais e mães humanos, porém cheios do Espírito Santo!
É com essas sábias e lindas palavras que peço ao Senhor que nos restaure as forças nessa noite para que amanhã sejamospais e mães humanos, porém cheios do Espírito Santo!
terça-feira, 14 de maio de 2013
Mães Amigas Especiais
Nessa semana, em que acamos de comemorar o Dia das Mães, quero muito dar os parabéns a várias mamães amigas que dividem suas experiências comigo no dia-a-dia, seja no mundo virtual ou no real:
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| Ellen |
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| Mylene |
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| Aline |
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| Tatiana |
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| Paula |
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| Christiane |
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| Samylla |
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| Camila |
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| Vanessa |
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| Vivian |
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| Gisela |
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| Andrezza |
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| Fernanda |
A essas mamães e muitas outras, meu abraço apertadíssimo!!!
domingo, 12 de maio de 2013
Obrigada por me fazer MÃE!
Hoje é dia das mães e me vêm à cabeça muitos motivos para escrever. Tanta coisa sobre minha avó, minha mãe, sobre meu relacionamento com meus filhos, sobre outras mães que admiro... Mesmo diante disso tudo (e vou escrever sobre cada um desses motivos durante a semana) não penso outra pessoa a homenagear senão meu esposo. Foi seu aniversário essa semana e não consegui dizer-lhe uma só palavra dentre tantas que borbulhavam no meu coração.
Apesar disso, esse post não é um pedido de desculpas por isso, já nos conhecemos há 17 anos e sei o quanto ele conhece meu olhar, mesmo na ausência de palavras. Escrevo porque, se não fosse ele, eu não teria a imensa alegria de ser mãe de Clara e João.
Sérgio não é somente o pai dos meus filhos, mas é quem me auxilia na minha maternidade dia a dia, seja no apoio, seja na correção, seja na confiança que temos um no outro na educação das crianças.
Obrigada, meu amor, pelo presente maravilhoso que você me deu: a dádiva de ser mãe dos seus filhos. Obrigada por estar sempre ao meu lado a cada dia, auxiliando-me e me guiando no árduo e maravilhoso dever da maternidade. Sem você eu não seria quem sou. Obrigada por ser como São José, sustentando nosso lar na Fé, na Oração e no Amor de Deus. Obrigada por me fazer MÃE!
Apesar disso, esse post não é um pedido de desculpas por isso, já nos conhecemos há 17 anos e sei o quanto ele conhece meu olhar, mesmo na ausência de palavras. Escrevo porque, se não fosse ele, eu não teria a imensa alegria de ser mãe de Clara e João.
Sérgio não é somente o pai dos meus filhos, mas é quem me auxilia na minha maternidade dia a dia, seja no apoio, seja na correção, seja na confiança que temos um no outro na educação das crianças.
Obrigada, meu amor, pelo presente maravilhoso que você me deu: a dádiva de ser mãe dos seus filhos. Obrigada por estar sempre ao meu lado a cada dia, auxiliando-me e me guiando no árduo e maravilhoso dever da maternidade. Sem você eu não seria quem sou. Obrigada por ser como São José, sustentando nosso lar na Fé, na Oração e no Amor de Deus. Obrigada por me fazer MÃE!
| Nessa imagem, São José acalenta o menino Jesus enquanto Nossa Senhora | descansa. | Uma linda imagem de família! |
domingo, 5 de maio de 2013
Nadando contra a maré
Meu marido, exemplar leitor de todo tipo de assuntos, me indicou algumas matérias muito interessantes que tudo a ver com o Mãe Humana.
Um que me chamou muito a atenção é de um site português Pais&filhos, onde o escritor vai de encontro a muitas regras que a sociedade nos impõe acerca de sono, alimentação e cuidados com o bebê. A matéria "Para criar um bebê só é preciso senso comum" tem muito a ver com o que penso e com o que muitas mães vivem no dia-a-dia. Vale a pena ler cada palavra e repensar nossos atos com nossos filhos e os conselhos que espalhamos por aí.
Para criar um bebé só é preciso senso comum
O pediatra espanhol Carlos González, autor do livro Bésame Mucho, regressou a Portugal, a convite do projeto Mamar ao Peito, para uma conferência sobre amamentação. Em entrevista à Pais&filhos, falou dos temas que mais preocupam os pais. Basta ouvi-lo, lê-lo, para se ficar com a impressão de que ter filhos é a coisa mais fácil do mundo.* Porque é que as crianças resistem tanto ao sono? Porque é que tantas vezes não querem dormir?
A minha teoria é que os bebés, na nossa sociedade, têm medo de ficarem sozinhos. A maioria das mulheres do mundo anda com os filhos às costas todo o dia. A nós, europeus, custa-nos compreender que somos muito poucos e que, na maior parte do mundo, não é como nós fazemos. Na maior parte do mundo, os bebés andam às costas da mãe durante todo o dia e dormem com a sua mãe à noite. Para os bebés africanos ou peruanos, que andam nas costas da mãe todo o dia, é igual estarem a dormir ou estarem acordados, porque adormecem e acordam e continuam junto da sua mãe. Mas, na nossa sociedade, assim que o bebé adormece pomo-lo no berço. Então, os bebés europeus passam várias vezes por dia pela experiência de que estão com a sua mãe quando adormecem e quando acordam estão sozinhos. E eu penso que chegam à conclusão de que é melhor não dormirem. Porque, senão, a mãe vai embora.
* Há muitas críticas ao co-sleeping. Que prejudica a autonomia da criança, que estraga o casamento…
Se não prejudica o marido, não vai prejudicar o bebé. Há muitas
mulheres que dormem com os seus maridos e isso não prejudica a sua
independência, o seu crescimento, não acontece nada.* Mas não pode prejudicar a relação?
Todos os nossos avós dormiam com os filhos e tinham muitos mais filhos do que agora… De alguma maneira se consegue.
(abre o livro de Fernando Pessoa e lê)
“Quando eu morrer, filhinho,/Seja eu a criança, o mais pequeno./Pega-me tu ao colo/E leva-me para dentro da tua casa./Despe o meu ser cansado e humano/E deita-me na tua cama./E conta-me histórias, caso eu acorde,/Para eu tornar a adormecer./E dá-me sonhos teus para eu brincar/Até que nasça qualquer dia/Que tu sabes qual é.”
Isto era o normal em 1914.
* A solução para as crianças que acordam muitas vezes à noite é levá-las para a cama dos pais?
O problema é que existe uma grande desconfiança em relação às mães e a tudo o que elas fazem. A desconfiança existe na sociedade e nas próprias mães, que não têm confiança em si próprias. Os bebés acordam várias vezes durante a noite, principalmente a partir dos quatro meses. Se eu digo: «Quando o bebé acordar de noite, faz-lhe uma massagem» e a mãe faz e o bebé adormece. A mãe pensa: «Que bem que funciona a massagem». Se digo para pôr a cama virada para oriente, seguindo as indicações do Feng Shui, e ele adormece, a mãe pensa: «Que bom é o Feng Shui». Mas se digo: «Mete-o na cama contigo», e ele adormece, ninguém diz: «Que bom é ele dormir comigo». Em vez disso, dizem: «Este bebé não dorme, se não o ponho na minha cama não dorme». Ou seja, é algo que funciona, mas parece que é mau. E passa-se o mesmo com o chorar. Dizemos: «Este bebé só chora, enquanto não lhe dou colo não se cala». Mas se lhe dermos um medicamento e ele se calar dizemos que o medicamento é maravilhoso.
Os bebés são muito fáceis de criar, muito fáceis de cuidar, só há que usar um pouco o senso comum, ver o que funciona e o que não funciona, lembrarmo-nos de quando fomos crianças. Não é assim tão difícil.
* Porque é que tantas crianças não querem comer?
Quando dou uma conferência, estou numa sala com 100 mães e pergunto: alguma vez, algum médico ou enfermeiro lhes disse que o seu filho tinha pouco peso? Metade da assistência levanta a mão. Depois, pergunto: alguma vez, o seu médico ou enfermeiro lhes disse que o seu filho pesava muito ou estava gordo? Levantam a mão duas ou três. Como é possível que, num país onde o maior problema de saúde é a obesidade infantil, os médicos só encontrem três gordos e encontrem 50 magrinhos? Estamos loucos. Nós, os médicos, estamos a recomendar uma quantidade exagerada de comida e, às vezes, conseguimos que as crianças comam o que recomendamos. A obesidade infantil é devida, além de outros fatores, a milhares de médicos que dizem aos pais que os seus filhos têm de comer mais. Não é cair no absurdo de dizer que pese o que pese é normal e não tem importância. Há coisas que não são normais. O estar demasiado magro é estar fora do gráfico [de percentis]. O cinco por cento é normal, assim como o 95. Até o percentil um é normal.
* Os pais fazem muitas coisas para tentar convencer os filhos a comerem: o aviãozinho, cantam. Sei que é contra tudo isto.
Sim. Não há que fazer nada nunca para obrigar o bebé a comer. Nem
coisas boas, nem coisas más. Nem dar-lhe castigos por não comer, nem
dar-lhe prémios por comer tudo, nem distraí-lo para que coma. Porque um
bebé saudável comerá o que precisa e um bebé doente não ganha nada se o
obrigarmos a comer.
* Como é que uma mãe pode saber que o bebé está a mamar o suficiente?
Na realidade, é muito difícil saber. Serve de pouco ver quanto tempo o
bebé está na mama, porque uns demoram mais tempo do que outros, uns
mamam mais vezes do que outros. Costuma dizer-se às mães que vejam se o
bebé faz chichi, se faz cocó. Mas isso é pouco útil e leva muitas mães a
ficarem obcecadas, a apontarem sempre quando o bebé faz chichi e cocó. A
única coisa que pode comprovar se o bebé está a comer bem é o seu peso.
Por isso, é importante controlar o peso dos bebés nos primeiros dias,
logo a partir dos dois, três primeiros dias de vida. Depois, é absurdo
pesar um bebé todas as semanas. Basta olhar e vê-se que está bem. Mas é
muito difícil dar confiança a uma mulher, porque parece que há como uma
tendência espontânea para ter medo de tudo. Penso que as mulheres
necessitam é de informação, de apoio, acho que é muito útil ir a um
grupo de mães durante a gravidez, sem esperar por ter um problema.* Defende muito o natural, mas faz questão sempre de frisar a importância das vacinas…
Eu não defendo o natural, defendo o que é melhor para as crianças. Defendo que se deve dar colo às crianças. Porque é natural? Não, porque é o melhor para as crianças. Também acho que as crianças devem andar calçadas e isso não é nada natural.
Há gente muito tonta que diz que o poder dos laboratórios obriga as vacinas a estarem no plano de vacinação. Em Espanha, por exemplo, fecharam-se pisos inteiros de hospitais por causa da crise. Mas não se atrevem a retirar as vacinas do calendário. Se os laboratórios têm tanto poder, como permitiram que houvesse tantos cortes na saúde? O governo sabe que se cortasse a vacina da difteria, daqui a cinco anos haveria uma epidemia de difteria. É curioso como algumas pessoas usam a bandeira da Organização Mundial de saúde para defender o parto natural e a amamentação, mas se a OMS recomenda as vacinas dizem que está vendida aos laboratórios. Uma vacina nem custa dez euros. Houve alturas em que os governos quase tiveram de obrigar os laboratórios a fabricarem vacinas, porque elas são tão baratas que o seu fabrico não rendia.
* Os bebés têm mesmo cólicas?
Sim... mas as cólicas não são nada. É uma maneira de dizer que ele chora e não sabe o que se passa.
* Mas doi-lhes a barriga ou não?
Não há maneira de saber. Não lhe podemos perguntar o que se passa. O que sabemos é que uns bebés choram menos, outros choram mais. Alguns ficam bem no berço outros não. E sabemos que os bebés choram menos se lhes dermos mais colo.
* O colo e o mimo são a melhor solução?
Sim, claro. Há pessoas que dizem: «Se dás muito colo a um bebé, ele habitua-se». Se é assim, se o deixares chorar, ele também se habituará. Mas as duas coisas são mentira. Esta teoria da habituação é absurda. Muita gente crê que as crianças se habituam a tudo por repetição. «Se a pões na tua cama: habitua-se e não vai querer sair da tua cama. Se lhe dás colo: habitua-se e vai querer sempre colo.» Então se lhe puseres a fralda, habitua-se vai querer sempre fralda. É absurdo. Ninguém usará fralda aos 18 anos por causa disso. Quando o teu filho é criança faz coisas de criança e quando for adulto fará coisas de adulto. Não muda porque o educaste, muda porque cresceu.
* O que é que um bebé precisa para ser feliz e saudável?
Para ser feliz, basicamente, precisa da sua mãe (ou alguém que faça o
papel da mãe). Para ser saudável… precisa de sorte. Há coisas que podem
ajudar, mas, no fundo, é tudo uma questão de sorte.
* As crianças sabem o que têm de comer?
Todas as crianças sabem, todos os animais sabem. Um leão quando tem de comer come. Um mosquito quando tem fome pica. Até um mexilhão, que não tem cérebro, sabe quando tem de comer. É automático.
* Mas as crianças, muitas vezes, preferem comer bolachas e iogurtes em vez de carne e peixe.
As crianças gostam mais de uns alimentos do que de outros. É normal. Nós adultos também. Mas os pais perguntam: «se as deixarmos comer o que querem não comerão só doces?» Uma criança de dois anos só comerá doces se em casa houver doces. Se os pais não querem que os filhos comam doces, não devem ter doces em casa. Devem ter em casa apenas a comida que achem que seja saudável. E assim, a criança poderá comer o que quiser, pois tudo será saudável.
* E os legumes e as verduras? Porque é que as crianças os odeiam tanto?
A maioria das crianças não gosta de verduras, não gosta de fruta, não gosta de sopa porque são alimentos baixos em calorias. As verduras são muito saudáveis, mas são mais saudáveis para os adultos e com o tempo o nosso gosto muda. De certeza que agora comes mais verduras do que há 20 anos. As crianças têm o estômago muito pequeno e se o enchem de coisas com poucas calorias não conseguem comer o suficiente. Em África, por exemplo, há crianças desnutridas, mas os pais estão bem. Porquê? Porque só comem mandioca e outras coisas que têm poucas calorias. Um adulto pode comer dois quilos de mandioca, mas às crianças essa quantidade não lhe cabe na barriga. E é por isso que quase todas as crianças preferem alimentos com muitas calorias, como massa, batatas fritas, pizza, bolos e a fruta que preferem é a banana, porque tem mais calorias. Há purés de verduras com menos de 15 calorias, não é comida!
Fonte: Site Pais&filhos
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Violência Obstétrica
Como meus dois partos foram muito tranquilos e tive uma ótima recuperação das minhas cesárias, ainda não tenho uma opinião muito definida sobre o tema. Acho que existem "casos" e "casos"... Mas essa reportagem é muito boa e acho que esse filme poderá contribuir muito para a humanização nos atendimentos hospitalares.
Para driblar intervenções médicas, mães optam por parto domiciliar
Por meio de um crowdfunding (financiamento coletivo), o filme, que mostra a violência obstétrica sofrida diariamente pelas mulheres nos consultórios e nas maternidades, conseguiu arrecadar mais do que a meta estabelecida (R$ 65 mil) em apenas cinco dias.
O valor era o necessário para fazer a distribuição do filme. Até as 11h desta quinta-feira (25), já haviam sido arrecadados mais de R$ 87 mil. No crowfunding é possível doar a partir de R$ 30.
O filme conta com relato de profissionais da saúde, como Michel Odent, da antropóloga norte-americana Robbie Davis-Floyd, da parteira mexicana Naoli Vinaver.
Mães e pais também dão depoimento sobre a experiência no nascimento dos filhos, entre eles, o ator Márcio Garcia e sua mulher, Andréa Santa Rosa. O casal tem três filhos e conta como foi vivenciar um parto cesáreo, um normal hospitalar e um natural, ocorrido na casa do casal.
O longa-metragem, com duração de 90 minutos, conta ainda com entrevistas de obstetras, parteiras, doulas (mulheres que ajudam a gestante antes, durante e após o parto) e pediatras.
Todo o trabalho foi feito pelo casal Erica de Paula, 26, e Eduardo Chauvet, 42, que arcou sozinho com as despesas do filme. Segundo eles, alguns colaboradores ajudaram, por exemplo, com a liberação de uso de fotos e imagens de partos.
Assista ao vídeo em dispositivos móveis
O dinheiro levantado no crowdfunding, explica Erica, é para pagar as novas despesas para que o filme possa chegar até o público, como os custos de distribuição do filme, material gráfico de divulgação, eventos da pré-estreia e a primeira tiragem de DVDs do filme.
Erica conta que o período de pesquisa começou em 2011 e que o trabalho só foi concluído em março deste ano. "O filme é uma ferramenta muito importante para a conscientização de toda a população sobre a importância da forma como nascemos e as repercussões que esse momento tem em toda a nossa vida", explica.
O longa-metragem mostra que as cesáreas são cirurgias que salvam bebês todos os dias, mas que devem ser indicadas apenas quando há algum tipo de risco para mãe ou para o bebê. As estatísticas apontam que o Brasil é o país campeão mundial de cesarianas (52% no índice geral e mais de 90% no sistema privado, contra os 15% recomendado pela Organização Mundial de Saúde).
A expectativa é que o filme esteja em 60 dias nas salas de cinemas de oito capitais - Rio, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Salvador e João Pessoa. Em seguida, a ideia é comercializar o filme em DVD e inscrever o longa-metragem em festivais nacionais e internacionais.
As doações podem ser feitas por meio do site.
Filme sobre violência obstétrica faz campanha na internet para chegar ao cinema
"Para mudar o mundo, primeiro é preciso mudar o modo de nascer." Ao acreditar nesta frase do cientista francês Michel Odent, mulheres ativistas de todo o Brasil têm feito uma campanha nas redes sociais para arrecadar recursos para colocar o filme "Renascimento do Parto" nas salas de cinemas.
Para driblar intervenções médicas, mães optam por parto domiciliar
Por meio de um crowdfunding (financiamento coletivo), o filme, que mostra a violência obstétrica sofrida diariamente pelas mulheres nos consultórios e nas maternidades, conseguiu arrecadar mais do que a meta estabelecida (R$ 65 mil) em apenas cinco dias.
O valor era o necessário para fazer a distribuição do filme. Até as 11h desta quinta-feira (25), já haviam sido arrecadados mais de R$ 87 mil. No crowfunding é possível doar a partir de R$ 30.
O filme conta com relato de profissionais da saúde, como Michel Odent, da antropóloga norte-americana Robbie Davis-Floyd, da parteira mexicana Naoli Vinaver.
Mães e pais também dão depoimento sobre a experiência no nascimento dos filhos, entre eles, o ator Márcio Garcia e sua mulher, Andréa Santa Rosa. O casal tem três filhos e conta como foi vivenciar um parto cesáreo, um normal hospitalar e um natural, ocorrido na casa do casal.
O longa-metragem, com duração de 90 minutos, conta ainda com entrevistas de obstetras, parteiras, doulas (mulheres que ajudam a gestante antes, durante e após o parto) e pediatras.
Todo o trabalho foi feito pelo casal Erica de Paula, 26, e Eduardo Chauvet, 42, que arcou sozinho com as despesas do filme. Segundo eles, alguns colaboradores ajudaram, por exemplo, com a liberação de uso de fotos e imagens de partos.
Assista ao vídeo em dispositivos móveis
O dinheiro levantado no crowdfunding, explica Erica, é para pagar as novas despesas para que o filme possa chegar até o público, como os custos de distribuição do filme, material gráfico de divulgação, eventos da pré-estreia e a primeira tiragem de DVDs do filme.
Erica conta que o período de pesquisa começou em 2011 e que o trabalho só foi concluído em março deste ano. "O filme é uma ferramenta muito importante para a conscientização de toda a população sobre a importância da forma como nascemos e as repercussões que esse momento tem em toda a nossa vida", explica.
O longa-metragem mostra que as cesáreas são cirurgias que salvam bebês todos os dias, mas que devem ser indicadas apenas quando há algum tipo de risco para mãe ou para o bebê. As estatísticas apontam que o Brasil é o país campeão mundial de cesarianas (52% no índice geral e mais de 90% no sistema privado, contra os 15% recomendado pela Organização Mundial de Saúde).
A expectativa é que o filme esteja em 60 dias nas salas de cinemas de oito capitais - Rio, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba, Salvador e João Pessoa. Em seguida, a ideia é comercializar o filme em DVD e inscrever o longa-metragem em festivais nacionais e internacionais.
As doações podem ser feitas por meio do site.
Fonte: Folha de S. Paulo
domingo, 28 de abril de 2013
Minha banda predileta
Show patricular em pleno domingo pela manhã é bom demais!
João na guitarra de controle remoto e Clara cantando no soquete.
#amomuitotudoisso
João na guitarra de controle remoto e Clara cantando no soquete.
#amomuitotudoisso
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O Desfralde - parte 1
Essa semana tentei tirar meu caçula das fraldas.
Foi em vão... Ele não fez xixi uma vez sequer nem no vaso, nem no peniquinho, nem no ralo do box do banheiro.
Toda vez que eu o colacava pra fazer xixi, lá vinha ele falando "tô com medo", tô com susto", mas era só vestir a cueca que logo vinha o xixi.
Confesso que me senti completamente frustrada, já que com minha primeira filha foi super fácil. Com Clara, com 2 anos e 5 meses, já no primeiro dia de tentativa, ficou de calcinha o dia todo sem 'escapulir' nada. Com João, hoje com 2 anos e 2 meses, além de só fazer 'nas calças', quando eu perguntava quem fez aquele xixi ele logo me respondia: "- O lulu", "- E de quem é esse lulu?", "- Não sei, mamãe!" rsrsrs (tem que rir pra não chorar!!!)
Decidi então esperar mais um tempinho. Esperar que ele amadureça mais um pouco.
* Matérias interessantes sobre Desfralde:
- A Hora do Desfralde
- Como fazer o Desfralde
- Como desfraldar meninos e meninas
Foi em vão... Ele não fez xixi uma vez sequer nem no vaso, nem no peniquinho, nem no ralo do box do banheiro.
Toda vez que eu o colacava pra fazer xixi, lá vinha ele falando "tô com medo", tô com susto", mas era só vestir a cueca que logo vinha o xixi.
Confesso que me senti completamente frustrada, já que com minha primeira filha foi super fácil. Com Clara, com 2 anos e 5 meses, já no primeiro dia de tentativa, ficou de calcinha o dia todo sem 'escapulir' nada. Com João, hoje com 2 anos e 2 meses, além de só fazer 'nas calças', quando eu perguntava quem fez aquele xixi ele logo me respondia: "- O lulu", "- E de quem é esse lulu?", "- Não sei, mamãe!" rsrsrs (tem que rir pra não chorar!!!)
Decidi então esperar mais um tempinho. Esperar que ele amadureça mais um pouco.
Com quantos anos você conseguiu desfraldar seu menino?
* Matérias interessantes sobre Desfralde:
- A Hora do Desfralde
- Como fazer o Desfralde
- Como desfraldar meninos e meninas
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