Sou pai de duas princesas. A Vitória de 4 anos e a Giovana que acabou e fazer 1 ano. Desde os primeiros minutos de vida delas eu procuro participar de tudo. Lembrando bem, antes mesmo delas nascerem eu já participava, fui em todas as consultas e exames que foram necessários.As pequenas nasceram e logo foram para estrada comigo. Viajamos muito, afinal, esse é meu trabalho: viajar para dar dicas de viagem com crianças aqui no blog. E foi participando intensamente da vida delas que logo criei coragem e comecei a viajar sozinho com a Vitória. Claro, que começamos de leve, conhecemos muitos resorts que tem a estrutura que precisamos.Mas logo percebi que tem um momento nessas deliciosas viagens que me incomoda. Visualize esta situação: você está todo empolgado para viajar, chegou no aeroporto e tá começando a aproveitar aqueles bons momentos pai-e-filha. Chega uma hora que ela pede para ir ao banheiro. Ela é menina. Você é menino. Ela ainda não sabe ir ao banheiro sozinha. Você tem que acompanhá-la. A não ser que queira ser preso por atentado ao pudor, o banheiro feminino está fora de cogitação. O jeito é levar a sua pequena, toda delicada, ao banheiro masculino. E é aqui, meus amigos, que a coisa complica.
É claro e inevitável que apareçam as perguntas do tipo: “Pai, porque essas privadas na parede?”. Isso é o de menos. É até divertido. O problema mesmo é a limpeza. Tem lugar que é horrível e já segurei minha filha no alto para ela fazer seu xixi algumas vezes.
E é por estar cansado desta situação, que aproveito meu blog, que tantos pais visitam, para pedir banheiros familiares e fraldários em banheiros masculinos.
Pense bem, os tempos mudaram. Pais levam as filhas no banheiro, papais sabem trocar fralda, passeiam e viajam com seus filhos.
Mas, somos obrigados a levar nossas pequenas ao banheiro masculino por falta de opção. E para quem passeia com suas bebês é a mesmo coisa! Tá na hora de acabar com essa coisa de só ter fraldários nos recintos femininos. Precisamos de um lugar para ajeitar nossas filhotas sem constrangimento e com higiene.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Manifesto de um pai que participa!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Tenho uma filha que gosta de rezar!
Palavras do meu marido no dia de hoje:
"Clara sempre me surpreende. Hoje, íamos de bicicleta a caminho do colégio, me tomou o terço das mãos e disse que ia rezar. À meia voz, foi desfiando as contas, rezando as ave-marias, enquanto o caminho prosseguia. Ao fim de dez ave-marias, perguntou:
- Papai o que faço agora?
- Glória ao Pai...
- E depois?
- Ó meu Jesus...
- E para qual santo rezo?
- Ah!, minha filha, tem o Padre Pio, a Santa Terezinha...
- Vou rezar para Santa Clara que tem o meu nome!
Seguiram-se mais dez ave-marias. Glória ao Pai. Ó meu Jesus...
- Papai, está chegando no colégio, de noite a gente termina de rezar...
- Tudo bem, filha.
Ela já tinha rezado dois mistérios. Me beijou e prossegui para o trabalho, quase não conseguindo disfarçar meu sorriso abobado.
Tenho uma filha que gosta de rezar."
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Foi bom enquanto durou!
Sou daquelas que não tem apego a nada material. Consigo me desfazer de qualquer coisa com muita facilidade. Apesar disso, sempre guardo em meu coração quando ganhei aquilo, quem me deu isso, como recebi aquilo outro. Cada vez que uso ou vejo um presente que recebi me recordo da pessoa e me lembro com gratidão de sua generosidade.
A Providência Divina sempre (e quando digo sempre, é sempre mesmo!) se fez presente na nossa vida através da generosidade das pessoas que nos cercam, em especial nossa família, desde quando nos decidimos casar, até o nascimento dos nossos filhos.
Um dos muitos presentes especiais que recebemos quando Clara tinha ainda 5 meses de vida foi o cadeirão de alimentação, dado por meus pais. Que presente útil!!! Quando alguém vem me perguntar o que comprar para seu filho, esse é o primeiro item da lista que indico.
Esse cadeirão foi palco de muitas alegrias, tristezas, manhas, vitórias, brigas... enfim ele foi testemunha dos meus momentos mais intensos.
Clara usou até quase 4 anos tanto para alimentação quanto para atividades de casa. João o usou também desde suas primeiras papinhas até poucos dias. Mas, como nada é eterno, o cadeirão não resistiu a tantas derramadas de comida, vômitos, produtos de limpeza, pirraças e brincadeiras. E chegou a hora de deixá-lo "descansar em paz".
O que mais me deixou feliz foi uma breve conversa que tive com João:
- Mamãe, porque papai jogou a cadeira de João fora?
- Porque já estava muito velha, meu filho...
- E João não é mais neném, né, mamãe!
- Não, meu filho, você já é um rapazinho!!!
E foi assim: foi-se a cadeira, ficam as lembranças!
A Providência Divina sempre (e quando digo sempre, é sempre mesmo!) se fez presente na nossa vida através da generosidade das pessoas que nos cercam, em especial nossa família, desde quando nos decidimos casar, até o nascimento dos nossos filhos.
Um dos muitos presentes especiais que recebemos quando Clara tinha ainda 5 meses de vida foi o cadeirão de alimentação, dado por meus pais. Que presente útil!!! Quando alguém vem me perguntar o que comprar para seu filho, esse é o primeiro item da lista que indico.
Esse cadeirão foi palco de muitas alegrias, tristezas, manhas, vitórias, brigas... enfim ele foi testemunha dos meus momentos mais intensos.
Clara usou até quase 4 anos tanto para alimentação quanto para atividades de casa. João o usou também desde suas primeiras papinhas até poucos dias. Mas, como nada é eterno, o cadeirão não resistiu a tantas derramadas de comida, vômitos, produtos de limpeza, pirraças e brincadeiras. E chegou a hora de deixá-lo "descansar em paz".
O que mais me deixou feliz foi uma breve conversa que tive com João:
- Mamãe, porque papai jogou a cadeira de João fora?
- Porque já estava muito velha, meu filho...
- E João não é mais neném, né, mamãe!
- Não, meu filho, você já é um rapazinho!!!
E foi assim: foi-se a cadeira, ficam as lembranças!
![]() |
| o cadeirão |
![]() |
| Clara com 8 meses |
![]() |
| João com 6 meses sendo "judiado" por Clara |
![]() |
| seu fim derradeiro |
![]() |
| Clara e João jantando na mesinha nova |
domingo, 11 de agosto de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
O que NÃO dizer às crianças
Os pais são os exemplos dos filhos e suas atitudes podem ter um impacto positivo ou negativo na formação da personalidade e identidade social da criança.
Por isso, de acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e
Maternidade São Luiz, em São Paulo, existem algumas coisas que jamais
devem ser ditas às crianças ou faladas na frente delas. Veja quais são:
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.
2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.
3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.
4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.
5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.
6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.
7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.
8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.
9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.
10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.
Fonte: itodas
sábado, 20 de julho de 2013
A ORDEM DE NASCIMENTO DOS FILHOS
*** Porque um pouco de humor não faz mal a ninguém ;)
Ordem de nascimento dos filhos
O 1º filho é de vidro
O 2º é de borracha
O 3º é de ferro
Planejamento
O 1º filho é (em geral) planejado
O 2º é desejado
O 3º é escorregado
O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS)
1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à família
O que vestir
1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.
Preparação para o nascimento
1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói demais.
O guarda-roupas
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)
Preocupações
1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das crianças.
A chupeta
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!)
Troca de fraldas
1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.
Banho
1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.
Atividades
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc…
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá…
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol…
Saídas
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue.
Em casa
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de Superman com o bebê, amarrando uma sacola do Carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.
Engolindo moedas
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.
O 1º filho é de vidro
O 2º é de borracha
O 3º é de ferro
Planejamento
O 1º filho é (em geral) planejado
O 2º é desejado
O 3º é escorregado
O TRATAMENTO (PELA ORDEM DE NASCIMENTO DAS CRIANÇAS)
1º- Irmão mais velho têm um álbum de fotografia completo, um relato minucioso do dia que vieram ao mundo, fios de cabelo e dentes de leite guardados.
2º – O segundo mal consegue achar fotos do primeiro aniversário.
3º- Os terceiros, não fazem idéia das circunstâncias em que chegaram à família
O que vestir
1º bebê – Você começa a usar roupas de grávidas assim que o exame dá positivo.
2º bebê – Você usa as roupas normais o máximo que puder.
3º bebê – As roupas para grávidas são suas roupas normais, pq vc já deixou de ter um corpinho de sereia e passou a ter um de baleia.
Preparação para o nascimento
1º bebê – Você faz exercícios de respiração religiosamente.
2º bebê – Você não se preocupa com os exercícios de respiração, afinal lembra que, na última vez, eles não funcionaram.
3º bebê – Você pede para tomar a peridural no 8º mês pq se lembra que dói demais.
O guarda-roupas
1º bebê – Você lava as roupas que ganha para o bebê, arruma de acordo com as cores e dobra delicadamente dentro da gaveta.
2º bebê – Você vê se as roupas estão limpas e só descarta aquelas com manchas escuras.
3º bebê – Meninos podem usar rosa, né? Afinal o seu marido é liberal e tem certeza que o filho vai ser macho igual ao pai! (será que vai mesmo?)
Preocupações
1º bebê – Ao menor resmungo do bebê, você corre para pegá-lo no colo.
2º bebê – Você pega o bebê no colo quando seus gritos ameaçam acordar o irmão mais velho..
3º bebê – Você ensina o mais velho a dar corda no móbile do berço ou manda o marido ir até o quarto das crianças.
A chupeta
1º bebê – Se a chupeta cair no chão, você guarda até que possa chegar em casa e fervê-la..
2º bebê – Se a chupeta cair no chão, você a lava com o suco do bebê.
3º bebê – Se a chupeta cair no chão, você passa na sua camiseta, dá uma lambida, passa na sua camisa desta vez para dar uma secadinha pra não pegar sapinho no nenê, e dá novamente ao bebê, pq o que não mata, fortalece (vitamina B, de Bicho, off course!)
Troca de fraldas
1º bebê – Você troca as fraldas a cada hora, mesmo se elas estiverem limpas.
2º bebê – Você troca as fraldas a cada duas ou três horas, se necessário.
3º bebê – Você tenta trocar a fralda somente quando as outras crianças começam a reclamar do mau cheiro.
Banho
1º bebê – A água é filtrada e fervida e sua temperatura medida por termômetro.
2º bebê – A água é da torneira e a temperatura é fresquinha.
3º bebê – É enfiado diretamente embaixo do chuveiro na temperatura que vier, pq vc, seu marido e seus pais foram criados assim, e ninguém morreu de frio.
Atividades
1º bebê – Você leva seu filho para as aulas de musica para bebês, teatro, contação de história, natação, judô, etc…
2º bebê – Você leva seu filho para a escola e olhe lá…
3º bebê – Você leva seu filho para o supermercado, padaria, manicure,e o seu marido que se vire para levá-lo à escola e ao campo de futebol…
Saídas
1º bebê – A primeira vez que sai sem o seu filho, liga cinco vezes para casa da sua mãe (sua sogra não pode ficar com a criança pq na sua cabeça, ela nunca foi mãe), para saber se ele está bem.
2º bebê – Quando você está abrindo a porta para sair, lembra de deixar o número de telefone pra empregada.
3º bebê – Você manda a empregada ligar só se ver sangue.
Em casa
1º bebê – Você passa boa parte do dia só olhando para o bebê.
2º bebê – Você passa um tempo olhando as crianças só para ter certeza que o mais velho não está apertando, mordendo, beliscando, batendo ou brincando de Superman com o bebê, amarrando uma sacola do Carrefour no pescoço dele e jogando ele de cima do beliche.
3º bebê – Você passa todo o tempo se escondendo das crianças.
Engolindo moedas
1º bebê – Quando o primeiro filho engole uma moeda, você corre para o hospital e pede um raio-x.
2º bebê – Quando o segundo filho engole uma moeda, você fica de olho até ela sair.
3º bebê – Quando o terceiro filho engole uma moeda, você desconta da mesada dele.
*** Isso sem contar o 4°, 5°, 6°... e por aí vai! rsrs
Fonte: Facebook
terça-feira, 9 de julho de 2013
13 regras de "etiqueta" na infertilidade
Escrito por Cláudia Collucci
Gostaria de imprimir e andar com isso na bolsa, ou ainda mandar para todos os meus contatos, viu...
"
Existem boas chances de que você conheça alguém que está lutando com a
infertilidade. Mais de 5 milhões de pessoas em idade fértil nos Estados
Unidos estão passando por infertilidade. Ainda assim, como sociedade,
estamos lamentavelmente mal informados sobre como dar o melhor apoio
emocional para as pessoas que amamos neste período difícil.
A infertilidade é, realmente, uma luta muito dolorida. A
dor é parecida com o luto por perder um ente querido, mas é única
porque é um luto recorrente. Quando um ente querido morre, ele não vai
voltar. Não há esperança de que ele irá voltar dos mortos. Você deve
passar por todos os estágios do luto, aceitar que nunca mais verá essa
pessoa novamente, e seguir em frente com sua vida.
O luto da infertilidade não é tão metódico. As
pessoas inférteis ficam de luto pela perda de um bebê que eles podem
nunca chegar a conhecer. Elas ficam de luto pela perda de um bebê que
teria o nariz da mamãe e os olhos do papai. Mas a cada mês, há a
esperança de que talvez este bebê tenha sido concebido finalmente. Não
importa o quanto eles tentem se preparar para más notícias, eles ainda
esperam que este mês seja diferente. Então, as más notícias chegam
novamente, e o luto cobre o casal infértil mais uma vez. Este processo
acontece mês após mês, ano após ano. É como ter um corte profundo que se
abre novamente justo quando começava a cicatrizar.
Quando o casal decide seguir em frente com os
tratamentos para infertilidade, a dor aumenta enquanto a conta bancária
diminui. A maioria dos tratamentos para infertilidade envolve o uso de
hormônios, que alteram o humor da usuária. Os testes são invasivos e
envergonham os parceiros, e você sente que o médico assumiu o controle
do seu quarto. E para todo este desconforto, você paga muito dinheiro.
Os tratamentos para infertilidade são caros, e a maioria dos planos de
saúde não cobrem os custos. Então, além da dor de não conceber um bebê a
cada mês, o casal tem que pagar algo em torno de R$15.000,00 por cada
tentativa, dependendo do tratamento utilizado.
Um casal eventualmente resolverá o problema da infertilidade de alguma destas três maneiras:
· Eles eventualmente conceberão um bebê.
· Eles vão parar com os tratamentos de infertilidade e decidir viver uma vida sem filhos.
· Eles encontrarão uma alternativa para ser pais, como a adoção.
Chegar
a uma solução pode levar anos, então seu casal de amigos amado
precisará de seu apoio emocional durante esta jornada. A maioria das
pessoas não sabe o que dizer e por isso acaba dizendo a coisa errada,
que apenas torna a jornada ainda mais difícil para seus entes queridos.
Saber o que não dizer já é metade da batalha ganha para dar apoio.
Então.....
1 - Não diga a eles para relaxar
Todo
mundo conhece alguém que teve problemas para engravidar, mas que
finalmente conseguiu logo que ela "relaxou". Casais que conseguem
engravidar após alguns meses de "relaxamento" não são inférteis. Por
definição, um casal não é diagnosticado como infértil até que tenha
tentado sem sucesso engravidar por um ano completo. Comentários como
"apenas relaxe" ou "por que vocês não fazem uma viagem" criam ainda mais
estresse para o casal infértil, especialmente para a mulher. Ela sente
que está fazendo alguma coisa errada, quando, na verdade, há uma boa
chance de que haja um problema físico que a esteja impedindo de
engravidar.
2 - Não minimize o problema
A falha em
conceber um bebê é uma jornada muito dolorosa. Os casais inférteis estão
cercados de famílias com crianças. Estes casais vêem seus amigos terem
dois ou três filhos, e vêem estas crianças crescerem enquanto voltam
para o silêncio de suas casas. Estes casais vêem toda a alegria que uma
criança traz para a vida de uma pessoa, e sentem o vazio de não serem
capazes de experimentar a mesma alegria.
Comentários do tipo, “aproveite que você pode dormir até tarde…
viajar… etc.” não oferecem conforto. Ao contrário, estes comentários
fazem com que o casal infértil se sinta como se você estivesse
minimizando a dor deles. Você não diria a alguém cujo pai acabou de
morrer que ele deveria ficar feliz, pois não vai mais ter que gastar
dinheiro com o presente de Dia dos Pais. Deixar de ter aquela obrigação
nem mesmo está perto de compensar a incrível perda de um pai ou mãe. Da
mesma maneira, poder dormir até tarde ou viajar não fornece conforto a
alguém que quer uma criança desesperadamente.
3 - Não diga que há coisas piores que poderiam acontecer
Nestes
mesmos termos, não diga a seus amigos que há coisas piores que poderiam
acontecer do que o que eles estão passando. Quem é a autoridade final
sobre qual é a "pior" coisa que poderia acontecer a alguém? É passar por
um divórcio? Ver alguém querido morrer? Ser estuprada? Perder um
emprego?
Pessoas diferentes reagem a diferentes experiências de vida de
maneiras diferentes. Para alguém que treinou a vida inteira para
participar das Olimpíadas, a “pior” coisa que poderia acontecer é um
ferimento na semana anterior ao evento. Para alguém que deixou a
carreira para se tornar uma dona de casa por 40 anos após o casamento,
ver seu marido trocá-la por uma mulher mais nova pode ser a “pior”
coisa. E para uma mulher cujo único objetivo de vida é amar e nutrir uma
criança, a infertilidade pode sim ser a “pior” coisa que poderia
acontecer.
As pessoas jamais sonhariam em dizer a alguém cujo pai acabou de
morrer, “Poderia ser pior, seu pai e sua mãe poderiam estar mortos”. Tal
comentário seria considerado cruel e não reconfortante. Do mesmo modo,
não diga à sua amiga que ela poderia estar passando por coisas piores na
vida do que a infertilidade.
4 - Não diga que eles não foram feitos para ser pais
Uma
das coisas mais cruéis que alguém já me disse foi: ‘Talvez Deus não
queira que você seja mãe". Quão inacreditavelmente insensível é insinuar
que eu seria uma mãe tão ruim que Deus achou melhor me "esterilizar
divinamente". Se Deus estivesse no ramo da esterilização das mulheres no
plano divino, você não acha que ele preveniria as gravidezes que
terminam em abortos? Ou então não esterilizaria as mulheres que terminam
por negligenciar e abusar de seus filhos? Mesmo que você não seja
religioso, os comentários do tipo "talvez não seja para ser" não são
reconfortantes. A infertilidade é uma condição médica, não uma punição
de Deus ou da Mãe Natureza.
5 - Não pergunte porque eles não tentam a FIV (Fertilização in vitro)
As
pessoas freqüentemente perguntam, "Por que você não simplesmente tenta a
FIV?‘ da mesma maneira casual como perguntariam "Por que você não tenta
comprar numa outra loja?" Há muitas razões pelas quais um casal
escolheria NÃO ir por este caminho. Aqui estão algumas delas.
- A FIV é cara e com baixas possibilidades
- A FIV é fisicamente difícil
- A FIV traz questões éticas
Um
casal que escolha passar pela FIV tem um caminho difícil e caro pela
frente, e eles precisam de seu apoio mais do que nunca. Os hormônios não
são brincadeira, e o custo financeiro é imenso. Seus amigos não
estariam escolhendo esta rota se houvesse um caminho mais fácil, e o
fato de estarem dispostos a suportar tanto é mais uma prova do quanto
desejam se tornar pais de uma criança. Os hormônios tornarão a mulher
mais emotiva, então ofereça seu apoio e mantenha suas perguntas para
você.
6 - Não brinque de médico
Uma vez que
seus amigos estejam sob os cuidados de um médico, o médico fará inúmeros
testes para determinar porque eles não conseguem engravidar. Há muitas
razões pelas quais um casal não consegue engravidar. Aqui estão algumas
delas:
. Trompas de Falópio bloqueadas
. Cistos
. Endometriose
. Baixos níveis hormonais
. Baixa contagem de esperma de "formas normais"
. Baixo nível de progesterona
. Baixa contagem de espermatozóides
. Baixa Mobilidade dos Espermatozóides
. Paredes uterinas finas
7 - Não seja grosseiro
É
horrível que eu tenha que incluir este parágrafo, mas alguns de vocês
precisam ouvir isso não faça piadas grosseiras sobre a posição
vulnerável de seus amigos. Comentários grosseiros do tipo "Eu doarei o
esperma‘ ou ‘Tenha certeza de que o médico usará o seu esperma mesmo
para a inseminação‘ não são engraçados, e apenas irritam seus amigos.
8 -Não reclame da sua gravidez
Esta
mensagem é para as mulheres grávidas apenas estar ao seu redor já é
muito doloroso para suas amigas inférteis. Ver sua barriga crescer é um
lembrete constante do que sua amiga não pode ter. A não ser que a mulher
com problemas de infertilidade planeje passar o resto de sua vida numa
caverna, ela deve encontrar uma maneira de interagir com mulheres
grávidas.
Entretanto, há algumas coisas que você pode fazer como sua amiga para tornar as coisas mais fáceis.
A
regra número um é NÃO RECLAME DA SUA GRAVIDEZ. De acordo com minhas
amigas, quando você está grávida, seus hormônios ficam loucos e você
passa por muitos desconfortos, tais como enjôos, estrias e fadiga. Você
tem todo o direito de reclamar sobre os desconfortos para qualquer
pessoa na sua vida, mas não coloque sua amiga infértil na posição de
confortá-la.
Essa sua amiga daria qualquer coisa para passar pelos desconfortos
que você está passando porque estes desconfortos vêm de um bebê
crescendo dentro de você. Quando eu ouvia uma mulher grávida reclamar
sobre os enjôos matinais, eu pensava, “Eu ficaria feliz em vomitar nove
meses seguidos se isso significasse que eu iria ter um bebê”. Quando uma
mulher grávida reclamava dos quilos a mais, eu pensava “Eu amputaria um
braço se pudesse estar no seu lugar”.
Eu conseguia participar de chás de bebê e ir a hospitais visitar os
bebês recém nascidos de minhas amigas, mas era difícil. Sem exceções,
era difícil.
Compreenda as emoções de sua amiga
infértil, e dê a ela a permissão de que precisa para ficar feliz por
você, enquanto ela chora por ela mesma. Se ela não conseguir segurar seu
bebê recém nascido, dê tempo a ela. Ela não está rejeitando você ou o
bebê; ela está apenas tentando trabalhar a dor que sente antes
demonstrar a sincera felicidade que sente por você. O fato de que ela
esteja disposta a sentir esta dor para celebrar a chegada de seu novo
bebê fala muito sobre o quanto a sua amizade significa para ela.
9 - Não os trate como se fossem ignorantes
Por
alguma razão, as pessoas parecem pensar que a infertilidade faz com que
os casais se tornem irrealistas sobre as responsabilidades de ser pais.
Eu não entendo a lógica, mas muitas pessoas me disseram que eu não me
importaria muito com um filho se eu soubesse a responsabilidade que
estava envolvida em ser mãe. Vamos encarar ninguém pode saber
realmente as responsabilidades envolvidas em ser pais até que sejam,
eles mesmos, pais. Isto é verdade quer você tenha conseguido conceber
após um mês ou dez anos. A quantidade de tempo que você passa esperando
por este bebê não influencia na sua percepção de responsabilidade. Mais
ainda, as pessoas que passam mais tempo tentando engravidar têm mais
tempo para pensar nestas responsabilidades. Elas provavelmente também já
estiveram perto de muitos bebês enquanto seus amigos iniciavam suas
famílias.Talvez parte do que influencia esta percepção seja que os
casais inférteis têm um tempo maior para “sonhar” sobre como será quando
forem pais. Como qualquer outro casal, nós temos nossas fantasias - meu
filho vai dormir a noite toda, jamais fará escândalos em público, e
sempre comerá legumes e verduras. Deixe-nos ter nossas fantasias. Estas
fantasias são algumas das poucas recompensas que temos como futuros pais
- deixem-nos com elas. Vocês podem nos olhar com aquela cara de “eu te
disse” quando nós descobrirmos a verdade mais tarde.
10 - Não insista na idéia de adoção (ainda)
A
adoção é uma maneira maravilhosa de casais inférteis se tornarem pais.
Entretanto, o casal precisa resolver várias questões antes de estarem
prontos para se decidir pela adoção. Antes que eles possam tomar a
decisão de amar o "bebê de um estranho", eles precisam primeiro passar
pelo luto do bebê que teria os olhos do papai e o nariz da mamãe. Os
assistentes sociais que trabalham com adoção reconhecem a importância
deste processo de luto. Você precisa, de fato, superar esta perda antes
de estar pronto para o processo de adoção. O processo de adoção é muito
longo, e não é uma estrada fácil. Por isso, o casal precisa ter certeza
de que pode abrir mão da esperança de um filho biológico e que pode amar
uma criança adotada. Isto leva tempo, e alguns casais jamais poderão
chegar a este ponto. Se seus amigos não puderem amar um bebê que não
seja o deles, então a adoção não é a decisão mais acertada para eles, e
certamente não é a decisão mais acertada para o bebê.
11 - Deixe que eles saibam que você se importa com eles
A
melhor coisa que você pode fazer é mostrar aos seus amigos inférteis
que você se preocupa com eles. Mande cartões. Deixe-os chorar em seu
ombro. Se eles são religiosos, deixe que eles saibam que você está
rezando por eles. Ofereça o mesmo apoio que você ofereceria a um amigo
que acabou de perder um ente querido. Apenas o fato de saberem que podem
contar com você diminui o peso da jornada e faz com que eles saibam que
eles não vão passar por isto sozinhos.
12 -Não faça fofocas sobre a condição de seus amigos
Os
tratamentos para infertilidade são muito particulares e embaraçosos,
razão pela qual muitos casais escolhem passar por eles em segredo. Os
homens especialmente não gostam que as pessoas saibam dos resultados de
seus testes, como a contagem de esperma. As fofocas sobre a
infertilidade geralmente não são mal intencionadas. Os fofoqueiros são
pessoas bem intencionadas que estão apenas tentando descobrir mais sobre
a infertilidade para que possam ajudar seus entes queridos.
Independentemente do porquê você está repassando esta informação
para outra pessoa, machuca e envergonha sua amiga descobrir que a Maria,
a caixa do banco, sabe qual a contagem de esperma do seu marido e
quando a sua próxima menstruação vai chegar. A infertilidade é algo que
deve ser mantida tão particular quanto a sua amiga desejar. Respeite sua
privacidade, e não repasse nenhuma informação que sua amiga não tenha
autorizado.
13 - Apóie a decisão deles de parar com os tratamentos
Nenhum
casal pode suportar tratamentos de infertilidade para sempre. Em algum
ponto, eles vão parar. Esta é uma decisão agonizante para se tomar, e
envolve ainda mais dor. Uma vez que o casal tenha tomado a decisão,
simplesmente o apoie. Não os encoraje a tentar novamente, e não os
desencoraje da adoção, se esta for a opção deles. Uma vez que o casal
tenha atingido esta resolução (que seja viver sem filhos ou adotar uma
criança), eles poderão finalmente encerrar este capítulo. Não tente
abri-lo de novo.
Escrito por Cláudia Collucci
Jornalista da
Folha de S.Paulo,
mestre em história da ciência pelo PUC de São Paulo,
autora dos livros "Quero Ser Mãe", editora Palavra Mágica,
e "Por Que a
gravidez Não Vem?", editora Atheneu
Assinar:
Postagens (Atom)











