sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O 1º ano do Pequeno Príncipe João

           Parabéns, filhão!!!!! Hoje você completa 1 aninho de vida! 
          Durante esse ano tentei escrever mês-a-mês o se desenvolvimento, mas se pudesse resumir em poucas palavras seria: João, bênção de Deus para a nossa família!



Recém-nascido:
João é um bebê lindo! Um sonho realizado! Gosta muito de dormir e mamar na mamãe.

1º mês:
Já não dorme tanto, mas é um bebê muito bonzinho. Mama à beça, para a alegria e realização da mamãe. Está crescendo e se desenvolvendo muito bem, graças a Deus e ao leitinho da mamãe.

2º mês:
Adora conversar e ri à toa. Cativa a todos com seu jeitinho doce e encantador. Está cada dia mais parecido com Clara.

3º mês:
Um príncipe! Está cada dia mais lindo e todos o acham parecido com Cacá. Agora que enxerga melhor, começou a estranhar algumas pessoas, mas quando fazem gracinhas se desmancha em sorrisos. Está ficando muito tagarela, ama falar ‘bruuuuuuu...’ com um biquinho lindo.

4º mês:
Está descobrindo o que é chorar e já faz alguma pirraça. Quase não durmo e mamo a noite toda.

5º mês:
Dorme muito pouco e mama à beça. É completamente apaixonado pela irmã, adora vê-la dançar e fazer bobeirinhas. É bastante risonho, mas continuo estranhando quem não vê todos os dias. O 1º dentinho nasceu no final desse  5º mês, assim como foi com a irmãzinha. Já consegue rolar de um lado para o outro e ficar de bruços ou de barriga pra cima. Está descobrindo a própria voz, por isso ama gritar.

6º mês:
O 2º dentinho nasceu logo que completou o 6 meses. A mamãe ficou muito preocupada porque não estava gostando muito das papinhas, mas aos poucos foi aceitando. É um rapazinho muito sorridente, mas dá sinais de timidez escondendo o rosto quando brincam com ele (um charme!) Já sabe sentar sozinho, mas precisa de apoio.

7º mês:
Fofo, guloso, maravilhoso! Come muito e ainda mama na mamãe. Senta sozinho com segurança. Pega tudo que está ao seu alcance e adora jogar no chão. Faz muita festa quando vê a bicicleta do papai e adora dar voltinhas com ele. Estende os bracinhos pedindo colo e dorme agarradinho com a mamãe na caminha de Clara. Ama escovar os dentes e pentear o cabelo.

8º mês:
Já fica em posição de engatinhar, mas só sabe se empurrar pra trás. Seu DVD preferido é “Galinha Pintadinha”. Vocaliza vários sons, mas gosta mesmo é de falar “Cacá”. Já tem 5 dentes.

9º mês:
O pediatra diz que João “tem uma carinha boa” e está sempre feliz. Começou a engatinhar e vai a todo canto. Dá tchauzinho, bate palminha e faz muita gracinha. É muito bonzinho, mas fica uma fera se tiram algo de suas mãos.

10º mês:
Engatinha rápido como um foguete, vai de um lado a outro num instante e, como um furacão, destrói tudo no seu caminho. “João Furacão” é o seu nome, mas nem liga que o chamem assim, continua fazendo suas bagunças numa boa. Seus brinquedos favoritos são bola e rodas de carrinhos.

11º mês:
Além de dar tchau, agora manda beijinhos com as mãozinhas. Adora jogar coisas no chão ou bater com elas até quebrarem.  Sobe em tudo, se apóia em qualquer coisa. É fã nº1 de Clara e fica chamando Cacá o dia todo. Também fala mamã e papá e imita todas as bobeirinhas que papai faz com ele.

12º mês:
Está crescendo e se desenvolvendo, como sempre, muito bem. O que tem de lindo, tem de bagunceiro. É o xodozinho de todos, uma bênção nas nossas vidas!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Adeus cachinhos...

Hoje levamos João para cortar o cabelo pela primeira vez. E lá se foram seus cachinhos... Confesso que amava seus cabelinho cacheado e doeu vê-los ao chão, mas achei que ele ficou um arraso de cabelinho cortado, um homenzinho lindo!!!


Família: Dom de Deus

          Esse não é o meu primeiro blog, já tive outros: o "Contagem Regressiva" que assinava com Sérgio, onde falávamos dos momentos pré-casório e depois o "Há Oceanos" que roubei dele, já que ele não postava e eu me aproveitei disso. Nesse último confesso que também quase não escrevi, mas há um post que é especial pra mim, por isso resolvi colocá-lo aqui também. Ei-lo:

Aniversário da mamãe - 1990


A vida passa... O tempo passa... De repente nos damos conta de como deixamos passar coisas, momentos, pessoas sem que nos “aproveitássemos” (se me entendem) ao máximo delas. Como somos egoístas e mesquinhos! Nossa! Quantas vezes só pensamos nas nossas dores de cabeça, nossos problemas, nosso trabalho, nossas contas e falta de grana para pagá-las. Somos praticamente obrigados a sermos individualistas, ou porque achamos que somos nós mesmos que devemos dar conta da nossa própria vida, sem reparti-la com quem está próximo a nós, ou porque não confiamos no outro, ou porque temos medo de nos decepcionarmos, ou porque, simplesmente, preferimos dar uma de super-heróis.
Mas, acredito, que o pior disso tudo é que, enquanto só olhamos para o nosso umbigo, nos esquecemos de olhar as dores e necessidades de quem mais está próximo a nós (muito menos as de quem está distante!).
Hoje minha mãe precisou ser levada mais uma vez ao hospital, por conta de sua saúde debilitada. Isso não é novidade, não é a primeira nem a segunda vez, aliás, já nem sei mais quantas dezenas de vezes... Mas hoje foi diferente. Os sintomas nela foram os mesmos, mas em mim não.
Me deu uma tristeza, uma angústia, uma sensação de impotência... Hoje cedo, quando recebi seu telefonema me pedindo, pelo Amor de Deus, pra levá-la ao hospital, porque ela já estava cansada, pude perceber que não era só seu cansaço físico que a incomodava, mas toda essa situação. Mamãe está colhendo tudo que ela plantou em uma vida inteira de fumante. E não somente ela, mas colhemos todos juntos. São frutos duros, amargos, dolorosos. Muito mais a ela que a nós, disso todos sabemos. Mas o que importa é que colhemos juntos. Não por solidariedade, nem por imposição, mas por amor. Afinal, não é para isso que serve a família?
Agora, que sou mãe, percebo o quanto poderia ter sido mais filha. E isso dói muito. O tempo não volta. Não posso mais dormir no aconchego do seu colo. Deixei passar as “dicas” que ela sempre me dava. Meu Deus, quanto arrependimento...
E cabe ressaltar a importância de papai nisso tudo. Um homem de Deus, disposto a tudo pela família, que se doa sempre, mesmo se esquecendo sempre de si mesmo. Um marido exemplar, praticamente um enfermeiro!, cuidando com todo carinho e atenção daquela que ele aceitou e escolheu, para a alegria e a tristeza, na saúde e na doença. Um pai carinhoso e presente, um avô brincalhão e muito, muito amoroso. Não sei como seria sem ele...
Hoje, mamãe precisa muito mais de mim, do que eu dela. Engraçado como que, com o tempo, os papéis se invertem, né... Me cobro muito não poder estar sempre tão presente quanto gostaria.
Mas, voltando ao começo, apesar de sermos levados a agirmos sempre de maneira tão egocêntrica, tenho uma família que é o oposto. Cada um cuida mais do outro do que de si mesmo. E é isso que nos une. Mamãe à beira do fogão preparando o jantar, papai esperando pra contar uma novidade cheio de entusiasmo, meu irmão tão querido, vai ser sempre meu caçulinha.
Amo vocês, minha família! Amo, amo, amo... Com menos palavras do que gostaria, mas com muitos gestos, simples e ordinários.
E, como se não bastasse toda essa maravilha, Deus me dá Sérgio e Clara(*). Meus amores. Minha vida. Meu porto-seguro. Onde posso ser quem eu sou (e olha que não sou fácil!), e ainda assim, ser muito amada e acolhida.
Meu Deus, como posso não agradecer? Como posso não me emocionar? Como posso, tantas vezes, me deixar levar pela tristeza? Me perdoe, meu Deus, me perdoe.
 (*) Texto escrito em 05/06/2010, ainda não estava grávida de João.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

10 coisas que nunca te explicaram sobre ter um filho


1) Depois de 9 meses sendo a protagonista, você passa totalmente ao 2º plano, todas as coisas girarão em torno daquele pequeno ser que transformará de forma irreversível a sua vida.

2) Será quase impossível nos primeiros meses sair de casa na hora prevista.

3) De repente, tudo vai parecer extremamente perigoso, desde a poluição emitida pelos carros até os germes do chinelo fedido que o bebê insiste em levar à boca.

4) Mesmo você não gostando de comparações… será inevitável não querer saber se o bebê do vizinho dorme bem de noite ou se faz mais de um cocô por dia.

5) Ser mãe é mais cansativo que ter um trabalho em período integral, porque agora período integral são 24hs ao dia, 7 dias na semana… Ser mãe é um trabalho não remunerado, mas você vai se sentir altamente recompensada no primeiro sorriso banguelo as 6 hs da manhã.

6) Você vai descobrir que tem sim super poderes. Tomar banho em 2 minutos e almoçar em 5 são só alguns exemplos.

7) Para escolher os restaurantes, você vai trocar o guia Michelin, por qualquer restaurante family friendly.

8) Vai recuperar do fundo do baú músicas infantis de quando você era pequena e fazer questão de cantá-las para o bebê, sem se importar com a voz desafinada e com as adaptações das partes esquecidas.

9) Nunca mais lerá más notícias do jornal sem pensar “podia ter sido meu filho” e jamais conseguirá ser indiferente ao sofrimento de todas crianças do mundo.

10) Vai sentir um verdadeiro transbordamento de amor na primeira gargalhada espontânea, ao escutar o primeiro “mamãe”, nos carinhos das mãozinhas pequenas e em tantos pequenos grandes momentos de felicidade que a maternidade proporciona.